quarta-feira
domingo
....
Permanece em demorado silêncio a folha
Enquanto espera pela próxima gota:
Nunca sabe o tempo da Chuva.
Enquanto espera pela próxima gota:
Nunca sabe o tempo da Chuva.
sexta-feira
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A mão pega de um lado, a outra do outro. A meio da força rasga-se um vazio.
Uma folha dois pedaços: no meio permanece em branco o rasgo que nunca irá ser tocado.
Uma folha dois pedaços: no meio permanece em branco o rasgo que nunca irá ser tocado.
quarta-feira
terça-feira
domingo
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Uma respiração eterna mantém dentro dela uma montanha plena de vazio.
Vazio aberto a uma respiração oriunda de todos os lugares para todos os povos, secretamente guardada à superfície. Através do sopro vindo da sua respiração, emerge em água cristalina uma terra firme: firme como o ar solto.
Vazio aberto a uma respiração oriunda de todos os lugares para todos os povos, secretamente guardada à superfície. Através do sopro vindo da sua respiração, emerge em água cristalina uma terra firme: firme como o ar solto.
sábado
terça-feira
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Caminhava eu na terra quando um fio de água caminhava no ar.
Na sua caminhada, esse fio de água fintou-me. Cheguei-me a ele e desenhei com o meu Guarda o que ele escrevia: Chuva.
Na sua caminhada, esse fio de água fintou-me. Cheguei-me a ele e desenhei com o meu Guarda o que ele escrevia: Chuva.
quinta-feira
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Folhas de pedra marcam tempo quando caiem no meio do ar até ao chão. Assim que O caminho presencia, agarra em si e vai.
A folha de pedra cai sem se mexer, julgando ficar num sítio onde nunca irá cair:
em cima de si mesma.
A folha de pedra cai sem se mexer, julgando ficar num sítio onde nunca irá cair:
em cima de si mesma.
quarta-feira
sábado
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