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Com o tempo os homens esqueceram-se de lavar a água.
Com o tempo os homens
esqueceram-se de lavar a água. E partiram nas suas caravelas em forma de fila,
umas seguidas de outras, as caravelas e as ondas. O vento de cada lado sopra,
elas ficam direitas e seguem o caminho sobre as águas. Nessa tarde em que
partiram, chegaram. A âncora desce a sua posição e ancora junto do fundo do
mar. A ela, outras âncoras vindas do mesmo mar, partem para o oceano. Os homens
deixados nas caravelas, saem conquistando as terras, com os olhos e as mãos. O fogo
e o sangue são as armas. Pouco restou. Corpos mutilados, cinzas arrancadas. O vinho
faz a festa. As luzes, as pessoas, a noite. Tudo junto parecia uma multidão. Mas
naquela ilha vivia uma pessoa de cada vez.
segunda-feira
domingo
Passa o ar.
Passear o vento, a terra, o mar
Recolher os dias seria
voluntário, não fossem eles se prender à masmorra das horas, uns seguidos de
outros. Todas as encostas sabem e perdem-se.
Até a mão se descose do corpo e
sai à procura para fazer.
O encontro entre, nem sempre está em permanência. Por
vezes foge bem para longe. A volta desce à rua e cruza-se à esquina com à outra
rua. Formam assim um encontro entre ambas, a passagem cresce e desforma-se.
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