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terça-feira
sexta-feira
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Demorei o dia inteiro para chegar à noite. Ela nunca se aproximou. Ficou a imagem que imagina que o equilibrio está numa linha de desiquilibrio.
terça-feira
sexta-feira
quinta-feira
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A dever-se a cada palavra a mão dita em voz conversada, pedida.
Perdida em Silêncio Contemporâneo.
Perdida em Silêncio Contemporâneo.
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é isto.
Posso perder os passos rectos dos meus pés e devolver-me à terra perdida ou encontrada, sem fim ou princípio. O corpo reformula-se. E eu não te sei dizer outra coisa.
A permanência inconstante à minha espera desenrola qualquer instante. A sombra que se vê de alguém que já passou e se encontra num outro lado no mesmo caminho ao mesmo tempo. Onde está o longe? Vários manifestos nas minhas mãos, ramificações em encontro e separação. E deixo-me a ver o vento, nunca soube dele, vejo o caminho mexido na sua passagem. Os mergulhos. Os sopros. Não te empurres para fora, deixa-te ir em cada instante.
Que permissão é essa, pedida e alterada.
A entrada a meio do passo fala de si para fora, a mesma voz várias vezes, nunca diz o mesmo na mesma leitura. Te quiero! estava hoje escrito numa janela quando fazia o caminho na minha chegada. Continua escrito. Eu não sei se volto a lá passar. Eu nao sei se lá volto a passar.
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