terça-feira

#7

Romance Histórico #7
Fotografia analógica (médio formato)
Impressão sais de prata
Lápís de cor
22x 22 cm

#45

#45 _ 2011
Gravura e aguarela sobre papel
15 x 21 cm

domingo

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Em obras!
A casa e eu! A casa e eu!
Não podia saber até chegar. Nem eu nem a casa. Nenhuma de nós sabia uma da outra. Não sei quando soubemos. Talvez quando tenha entrado em ti, bem para dentro de ti, ou talvez por me teres aberto a porta e eu tenha entrado sem saber se ia sair ou voltar a entrar. Qual é a partida qual é a chegada! Junta-se tudo no mesmo ponto -  a força arranca, sai e faz! As mãos tinham saído do corpo, encontravam-se fora ou dentro da casa. Ficou a casa quase de branco, quase de branco eu a deixei no momento em que me encontro no meio do mar dentro de um barco também ele branco com uma janela circular pintada de azul, as ondulações dentro do movimento, faz desfaz, faz desfaz, faz…
 - pode o vento levar a areia e as dunas! E o mar tornar-se escuro para a noite o ver! Existem sempre as linhas brancas que fazem poder ver! E consumir o olhar, o profundo olhar imerso pela escuridão! Assim o mar se faz ver durante a delicadeza da noite interna do dia!
Depois do dia de hoje, está o dia a acontecer com o que não pediu para ficar. Apenas ficou! a voz que me pergunta onde vou? – vou para o fundo do mar para voltar à superfície e levo a terra!
O que fazes com a terra? – Aquilo que sou! – O que és? – Este momento!

Nada pode estar mais além do que este aqui. Nada pode estar mais perto do que este aqui agora. Nada pode estar mais perto que este momento aqui agora. Onde te encontras, voz que sobe dentro do corpo feito aberto em folha da natureza.

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quarta-feira

# 32

# 32 _ 2009
Gravura, guache
Montagem photoshop
Dimensões variaveis

Japão

Primeiro Caminho _ 2011

29 x 21 cm
Gravura e aguarela

quinta-feira

Romance Histórico #9
Fotografia analógica (médio formato)
Impressão sais de prata
15 x 15 cm
Romance Histórico #5
Fotografia Analógica (médio formato)
Impressão sais de prata
40,6 x 50,8 cm

sábado

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estava eu em mim no meio do espaço verde e molhado da chuva                o cão branco, todo ele branco a segurar os olhos de cor, entra por mim a dentro para o caminho da floresta. Eu olho e paro e mexo o meu corpo. Não tinha em mim a intenção de estar com ele. Mas estar nele através da floresta. E que a floresta nos aproxima-se sem nos fazer tocar. assim fiquei e fui embora a observar o verde que saiu das árvores e encontrou-se com o branco.     A situação das cores era frágil e forte. Estava o desdobramento, ao mesmo tempo a sincronização a acontecer. Estavam os caminhos a caminhar em várias direcções, todas se seguiam e regiam pelos raios. Das árvores e do sol. Veio a força menor levar a fragilidade maior para junto de si, sem o encontro terminar
Agora já não havia maior ou menor. Acontecia o acontecer de ser uma forma sem forma infinita





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terça-feira

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# 27  2010
29,7 x 422 cm
Gravura e guache

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# 26  2010
29,7 x 42 cm
Gravura e pastel seco


sábado

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hoje é o dia de amanhã   aberto




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quinta-feira

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não os ouvidos do corpo que ouvem ou fazem ouvir, é a outra voz que tem o corpo - a dobra da chuva que cai para parar ou então corre para um espaço que se junta ao tempo. É sim a união da chuva e do sol que faz o que se vê, com a abertura e a direcção. Sabias já de ti antes de chegares, o manto verde também ele tem amarelo e colinas a subir a terra. tem alguns veios onde o homem leva os pés e o corpo vai e está. não vai da solidão, mas com a companhia de estar em si. A demora tinha já passado e retomava a sua morada perdida no encontro, era o mundo aberto ao meio a deixar-se ver -  pois os corpos que habitem dentro dos troncos estão cá fora à nossa espera


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