quinta-feira
Primeiro vazio
Tenho a agradecer ao medo o respeito e o crescimento que me deu:
http://sites.google.com/site/terroirgraffiti/
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Seis Sentidos
sexta-feira
quinta-feira
Toquei no ar com ar de assustada
Mais assustada fiquei quando vi que não vi
Sem saber onde me encostar
Se na noite se no dia
Se ao luar penar
E deixar a noite me atacar
Para nela repousar
Mais assustada fiquei quando vi que não vi
Sem saber onde me encostar
Se na noite se no dia
Se ao luar penar
E deixar a noite me atacar
Para nela repousar
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Palavras
quarta-feira
O vento nas nuvens
Nunca falando vai silenciando, nunca mexendo vai tocando, vai crescendo, vai soprando devagarinho até sentir-mos o vento através de nós.
segunda-feira
Tocar
O gesto de levar a mão que segura um dedo e toca na pele onde o coração está, um dedo que sente o coração a bater e a fazer-se sentir. Se retirares a mão que segura o dedo, consegues continuar com a mesma sensibilidade e natureza tocar no teu coração? Eu gostava de tocar no coração sem ser através de um dedo...
sábado
terça-feira
segunda-feira
sábado
Ligação
É através do corpo que o ser humano tem a possibilidade de tornar visível, sensível tudo aquilo que os seus olhos vêm e que têm uma consequência sensível na sua experiência, na sua percepção.
O seu corpo é a sua ligação ao mundo e a sua possibilidade de transmutar aquilo que lhe vai na alma. O corpo deve apresentar-se como um entrançado de visão e movimento.
O que é que nós não vimos, mas existe?
O que existe e nós não vimos?
Qual é o uso que nós fazemos da visão?
Para onde vai tudo aquilo que deixámos de ver, de olhar?
O olho passeia pelas coisas da natureza.
O caminho do olho que olha as coisas necessita de um treino diário, um domínio do olhar que olha, que quer ver, que necessita de ver, que vê o mundo e as suas cristalizações da mesma forma que o homem habita a sua casa.
O olhar dos artistas lançado sobre as coisas, o seu modo do fazer, tudo é resultado da sua visão e do modo como lançam os olhos ao mundo.
O seu corpo é a sua ligação ao mundo e a sua possibilidade de transmutar aquilo que lhe vai na alma. O corpo deve apresentar-se como um entrançado de visão e movimento.
O que é que nós não vimos, mas existe?
O que existe e nós não vimos?
Qual é o uso que nós fazemos da visão?
Para onde vai tudo aquilo que deixámos de ver, de olhar?
O olho passeia pelas coisas da natureza.
O caminho do olho que olha as coisas necessita de um treino diário, um domínio do olhar que olha, que quer ver, que necessita de ver, que vê o mundo e as suas cristalizações da mesma forma que o homem habita a sua casa.
O olhar dos artistas lançado sobre as coisas, o seu modo do fazer, tudo é resultado da sua visão e do modo como lançam os olhos ao mundo.
quarta-feira
Interior
No interior das coisas há um silêncio, que mantém uma ligação com a essência.
São as próprias coisas, pertencentes ao mundo físico, que nos chamam e apelam para dentro delas mesmas, para serem olhadas, observadas e sentidas; enquanto Homens com sentidos, é o nosso dever faze-lo.
sábado
O que nos aconteceria...
O que nos aconteceria se:
- Cada vez que acordamos teríamos de gritar, berrar, provocar dor até encher os pulmões de ar e lutar pela vida para estar vivo, como quando nascemos? Que dor nos iria provocar?
Quantas vezes iríamos morrer? ...
Quantas vezes durante o dia vivemos a morte,porque não nos sentimos a respirar?
(Como é que sentimos, se deixa-mos de nos sentir?)
...voltar à origem/começar a sentir a respiração....
não se vê, não se toca, não se cheira: Apenas se sente!
Falta-nos sentir, sentirmo-nos!
- Cada vez que acordamos teríamos de gritar, berrar, provocar dor até encher os pulmões de ar e lutar pela vida para estar vivo, como quando nascemos? Que dor nos iria provocar?
Quantas vezes iríamos morrer? ...
Quantas vezes durante o dia vivemos a morte,
(Como é que sentimos, se deixa-mos de nos sentir?)
...voltar à origem/
não se vê, não se toca, não se cheira: Apenas se sente!
Falta-nos sentir, sentirmo-nos!
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